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Uber vs táxi: pare de reclamar e faça algo de útil por você

4 de fevereiro de 2016

VALTER TAMER

Tenho acompanhado o conflito envolvendo os taxistas e o Uber. Sem entrar no mérito dos argumentos de ambos, uma coisa é certa: quem não dá assistência, abre concorrência. Já diz o ditado. Independentemente de qualquer coisa, havemos de convir, os usuários estão cansados de pagar por um serviço que nem de graça está valendo.

O comportamento dos taxistas – reclamar, ameaçar, intimidar e agredir física ou verbalmente motoristas e usuários do Uber – é infantil, inútil e revela um nível de consciência bastante limitado. Eles deixam claro que não sabem que não sabem, que estão no estágio da ignorância absoluta, quando o sujeito ignora que ignora.

Mesmo com o apoio massivo da população ao Uber, os taxistas insistem em não se dar conta do que realmente é importante nessa discussão, e perdem uma excelente oportunidade de rever seu modelo de negócio, suas crenças e valores, a qualidade dos seus serviços, a qualidade dos seus carros e, sobretudo, sua qualidade pessoal.

Lamentavelmente, essa atitude não é exclusividade de uma classe social, profissional ou gênero. A mesma bizarrice está por trás do comportamento daquele que se aborrece e se faz de vítima porque, mesmo tendo mais tempo de casa e experiência, foi o novato da mesa ao lado que recebeu a promoção ou o aumento de salário. Deixa eu te dizer uma coisa: se antiguidade e experiência fossem tudo, puta velha cobrava mais caro.

Já passou da hora da gente entender de uma vez por todas que a excelência é absolutamente impactante, cativante e indiscutível. Ponto final. Se você quer ser bem-sucedido, reconhecido e respeitado no que quer que seja ou no que quer que faça, seja excelente, faça excelente. Qualifique-se! Você é a sua empresa! Você é o seu negócio!

Você é o seu maior patrimônio! Isso vale para o taxista, o motorista do Uber, o advogado, o bancário, o banqueiro, o empresário, o pedreiro, o padeiro, o executivo, o professor, etc.

O problema é quando você, sua ferramenta de trabalho e o serviço que você presta estão abaixo do aceitável, e, mesmo assim, sem qualquer condição de competir devido à sua mediocridade e falta de visão, você resolve terceirizar a responsabilidade pelo resultado infeliz e começa a reclamar do cliente e a espezinhar o concorrente.

Eu tenho um amigo taxista. Se eu fosse ele, dava um adeus para as cooperativas, sindicatos de classe, prefeitura… E corria pro Uber.

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